Leonildo, meu mestre, meu amigo


Leo


Neste momento, neste exato momento, no balcão do bar do Leo, ouço Zé Renato cantando Paulinho da Viola e me vem uma falta e um afago…um sentimento assim…de querer perto…

É amizade, eu concluo. É esse indicativo no meu peito que diz: só Leonildo, só meu mestre-amigo Leo, poderia entender o que eu sinto agora. Entre um afazer e outro no bar, ele apontaria para o som e sorriria como quem diz: “presta atenção ao que importa”.

E com esse gesto, tantas vezes repetido, meu mestre-amigo, não sei se aprendi a ouvir o que importa. Aprendi, isso eu tenho certeza, a celebrar essa amizade que importa.

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