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Os piores e melhores maranhenses de 2024


2024 foi um ano intenso para os maranhenses. Seja na cultura, na política, no esporte ou nas redes sociais, os momentos marcantes não passaram despercebidos pela Sociedade do Copo. Pensando nisso, elaboramos uma criteriosa e humilde premiação, um gesto simbólico de celebrar em retrospectiva aqueles que protagonizaram os momentos de alta e, por que não,…


2024 foi um ano intenso para os maranhenses. Seja na cultura, na política, no esporte ou nas redes sociais, os momentos marcantes não passaram despercebidos pela Sociedade do Copo.

Pensando nisso, elaboramos uma criteriosa e humilde premiação, um gesto simbólico de celebrar em retrospectiva aqueles que protagonizaram os momentos de alta e, por que não, de baixa do estado.

Apresentamos os melhores e os piores maranhenses de 2024 para a SDC!

Piores maranhenses de 2024:

Sérgio Frota: O capo da equipe do Sampaio Corrêa tem sido, até aqui, bem-sucedido em transformar um projeto vitorioso da Bolívia Querida em desastre sem precedentes. Os dois últimos anos do clube não deixam dúvidas. De briga pelo acesso, em 2022, a escândalos envolvendo fraudes em resultados de partidas, além do desempenho desastroso na temporada deste ano. Masterclass em fazer bobagem.

Biblioteca Central da UFMA: “Inaugurada” em novembro de 2023 com direito à presença do ministro da Educação, a Biblioteca Central da Ufma completou recentemente seu primeiro ano de vida. Bom, talvez sejam 14, se contarmos os outros 13 em que supostamente estava em obras. Certo mesmo é que fica a expectativa para que ela tenha sua grande noite de debutante em 2025. Afinal, até hoje não há estantes, livros ou pessoas que façam o prédio digno de abrir suas portas para os estudantes. Vazia como a cabeça de certos gestores.

Yuri Arruda: Autor da frase “quem disse que é preciso entender de cultura para ser secretário de cultura?”. Conduziu de maneira porca a Lei Paulo Gustavo foi conivente com a destruição de equipamentos culturais do Maranhão. Torcemos para que o recente implante capilar do secretário tenha implantado por tabela algumas ideias decentes.

Carlos Brandão: Viciado em amar…a própria família. E enriquecer os amigos. Hater do Centro, também. Se o seu mandato dependesse de um discurso coeso de cinco minutos, com certeza não conseguiria terminá-lo. 

Bacabeirinha: Sob olhares vindos do alto de apartamentos da parcela mais significativa de pessoas com nariz em pé da cidade, Bacabeirinha já nasceu condenada. Não à toa, desagradou tanto aos moradores da Ponta D’Areia quanto quem por lá precisa passar. Um projeto sem sentido, sem necessidade, sem sucesso e sem entusiastas.Com exceção, é daqueles que sentem um cheiro mais forte de clorofila ao dizer que rosas e palmeiras tornaram o elevado mais “palatável”

Bebida Revs: Um saco. Literalmente, um saco.

Menções “horrorosas”: Lagoers, flanelinhas que cobram 10 reais, banheiro do Bar do Jorge.

Melhores maranhenses:

Os Tropix: Representam ótima consciência estética e artística, sem padecer das afetações que insistem em atrelar a ideia de que fazer música em São Luís é fazer música sobre “juçarais” e “azulejos”. Há uma nova cidade crescendo, integrada e progressivamente cosmopolita, que quer falar a língua do pop. Nada de beats, nem timbres medianos. Pelo contrário: é banda, com instrumental orgânico e sopros afiados. O show do ano.

Tapuia Jacarandá: Persona que instiga debates acalorados, mas, sobretudo, pertinentes no twitter slz. A mediocridade esperneia porque nada pode diante da sua eloquência. Eles passam. Sempre passarão. Tapuia, ai! Não.Fica.

Letícia Cardoso: Professora e ativista da cultura popular maranhense, encampou o projeto “Caminhos da Boiada’’, excepcional  iniciativa de mapeamento e registro dos grupos de Bumba Meu Boi da região metropolitana de São Luís. 

Nézia Souza: Na ausência de Leonildo, é ela quem dá as cartas no Bar do Léo, o melhor bar do mundo. Atua, simultaneamente, como: gerente, relações públicas, DJ e conselheira amorosa. Lida com enorme paciência com a chatice dos clientes habituais, mas consegue ser ainda mais rude do que Leonildo com aqueles que ultrapassam os limites da boa convivência. 

Rayssa Leal: Medalhista olímpica pela segunda vez ainda aos 16 anos, a skatista de Imperatriz desponta cada vez mais como candidata a ser uma das atletas mais vencedoras da história do país. A disputa que garantiu o bronze em Paris fez os brasileiros pararem para torcer novamente pela queda de adolescentes estrangeiras e terem a certeza de que sabem quais manobras valem mais ou menos pontos, mesmo sem nunca terem conseguido se equilibrar num skate. Genial!

Carlos Jonas: Em atitude catártica, o tuiteiro gravou e publicou um vídeo mandando Carlos Brandão e companhia “tomarem caju”, dado o atraso na colocação das tradicionais bandeirinhas de São João no Centro Histórico de São Luís. O resultado, além de uma súbita pressa em finalmente decorar as ruas do Centro, foi uma intimação de comparecimento à delegacia enviada pelo governo do estado. Prova cabal de que eles ouvem e, sobretudo, temem o povo. Palmas para o botafoguense que ainda pôde ver o time de coração levantar o Brasileirão e a Libertadores ao fim do ano.

Menções honrosas: Alessandra Negrini e Matheus Nachtergaele: todos se rendem à competência e ao carisma de ambos. Além do mais, eles sabem viver São Luís. Negrini está em falta em conhecer o Léo. O mesmo não se pode dizer do Nachtergaele.

Destaque, também, para Miqueias do Solar, caixa de som do Butiquim do Carlos e o porteiro que descobriu o Clio do milhão.

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